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  • Foto do escritorOniom Solar

Brasil entra para o ranking de países que mais geraram energia solar em 2021


Quem garantir a instalação de energia solar até 6 de janeiro de 2023 será isento de encargos até 2045. Todos que já têm implementado o sistema de geração distribuída também não sofrerão alterações nesse espaço de tempo.


Com um dos melhores recursos solares do planeta, o Brasil vivencia um crescimento exponencial da tecnologia solar fotovoltaica, com a potência instalada desta fonte limpa, renovável e acessível praticamente dobrando, ano após ano, no país.

Impulsionada por investimentos dos consumidores em geração própria nos telhados, fachadas e pequenos terrenos, bem como por uma participação cada vez maior das grandes usinas solares na matriz elétrica nacional, a energia solar tem se consolidado como uma solução importante para a redução de custos, para a melhoria da segurança de suprimento elétrico e para o aumento da sustentabilidade no território brasileiro.


Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), somente em 2021, o setor atraiu mais de R$ 21,8 bilhões em investimentos, tanto das grandes usinas, quanto dos pequenos e médios sistemas instalados em residências, pequenos negócios e propriedades rurais. O resultado representa um crescimento de 49% em relação aos investimentos acumulados desde 2012 até o final de 2020 no país.


Os avanços de 2021 criaram mais de 153 mil novos empregos no Brasil, espalhados por todas as regiões do território nacional. Desde 2012, a fonte solar já movimentou mais de R$ 66,3 bilhões em negócios e gerou mais de 390 mil postos de trabalho. Em 2021, as contratações cresceram 65% em relação aos empregos acumulados desde 2012 até o final de 2020 no país.


Em termos de capacidade de geração, o Brasil possui atualmente mais de 13 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria, o que já representa quase a mesma potência instalada da usina hidrelétrica de Itaipu, a maior do Brasil e segunda maior do planeta. Segundo a ABSOLAR, o país saltou de 7,9 GW, ao final de 2020, para 13 GW ao final de 2021, crescimento de 65%, mesmo em meio a um ano desafiador de pandemia global.


Para 2022, o cenário de crescimento é ainda mais auspicioso.

Projeções da Associação apontam que, neste ano, a fonte solar fotovoltaica deverá gerar mais de 357 mil novos empregos no país, com novos investimentos privados no setor que poderão ultrapassar a cifra de R$ 50,8 bilhões.


Serão adicionados mais de 12,1 GW de potência instalada, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica. Isso representará um crescimento de mais de 91,7% sobre a capacidade instalada atual do país, hoje em 13 GW.

As perspectivas para o setor são de chegar ao final de 2022 com um total acumulado de mais de 747 mil empregos no Brasil desde 2012, distribuídos entre todos os elos produtivos do setor.


A maior parcela destes postos de trabalho deverá vir do segmento de geração própria de energia solar, que será responsável por mais de 251 mil empregos neste ano. Dos R$ 50,8 bilhões de investimentos previstos para 2022, a geração distribuída solar corresponderá a cerca de R$ 40,6 bilhões.


Para a geração própria de energia solar fotovoltaica, a ABSOLAR projeta um crescimento de 105% frente ao total já instalado até 2021, passando de 8,3 GW para 17,2 GW. Já no segmento de grandes usinas solares, o crescimento previsto será de 67,8%, saltando dos atuais 4,6 GW para 7,8 GW em operação até o final do ano.


Com o avanço da energia solar no Brasil, o setor contribui de forma cada vez mais significativa e positiva com as demandas nacionais de desenvolvimento social, econômico e ambiental. Trata-se de uma energia elétrica competitiva, democrática e limpa, fundamental para o país recuperar a sua economia e conseguir crescer. A fonte fotovoltaica é parte importante da evolução do país e um verdadeiro motor de geração de oportunidades e novos empregos para a sociedade.

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